No passado domingo, dia 12 de Abril, deram-se as eleições da Hungria, país que, durante dezasseis anos, terá sido governado pelo primeiro-ministro Viktor Órban. Desta vez, vence Peter Magyar, com 96,37% dos votos apurados.
Órban, representante do partido nacional-conservador Húngaro – Fidesz – terá servido o país, como primeiro-ministro, desde 2010, até ao presente ano de 2026. Havia, ainda, ocupado o cargo anteriormente, entre 1998 e 2002.
Magyar, representante do partido emergente de centro-direita Húngaro – Tisza – sobe agora ao poder, no cargo de primeiro ministro, prometendo ao povo Húngaro mudanças e progresso ao país.
Durante horas e horas seguidas, a capital Húngara foi engolida por festa, esperança e felicidade.
“O resultado é claro e doloroso para o Fiesdz”, afirmou Viktor Órban no seu discurso na noite de eleições.
Com uma maioria de dois terços e com 138 lugares no novo parlamento, Peter Magyar afirma que “O amor venceu hoje, porque o amor vence sempre”, marcando o fim de um governo conservador e extremista.
Ao longo da Europa, foi sentido e partilhado um alívio com esta vitória, tendo em conta as oposições de Órban às políticas de Bruxelas nos últimos 16 anos.
Fará Peter Magyar a diferença na Hungria? Mais do que um resultado eleitoral, a Hungria enfrenta a definição do seu próprio futuro. Isto porque, em democracia, cada voto carrega o peso do país inteiro.
Este artigo de opinião é da pura responsabilidade da autora, não representando as posições do desacordo ou dos seus afiliados
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Fonte da Imagem de capa: RTP
Escrito por: Soraia Amaral
Editado por: Cristina Barradadas


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